terça-feira, 29 de setembro de 2015

Opiniões



Não sou evangélico ou católico praticante, não apoio regimes militares e nem o liberalismo econômico. Considero os valores morais e culturais superiores aos econômicos.

Defendo a vida humana desde a concepção; a família formada por homem e mulher; o direito dos pais educarem os filhos sem a interferência do Estado; a liberdade de pensamento e de ação política não violenta; a existência de sexos e não gêneros;  o direito à legítima defesa com armas de fogo, portanto a legalidade da posse e do porte; a presunção da inocência e o devido processo legal.

Vejo a propriedade privada como o Estado, ambos são males, mas devem ser tolerados. O primeiro por permitir a prosperidade pessoal garantindo a liberdade individual, o outro para evitar o domínio do mais forte e proporcionar oportunidades aos que não dispõem do acúmulo de bens ancestral.

Saúde, educação, saneamento e segurança pública gratuita e de qualidade são direitos mínimos. O imposto de renda e a taxação da herança progressivos, e a presença do Estado nos setores estratégicos ligados à soberania nacional são básicos.

Quero o Brasil com uma diplomacia que preserve os nossos interesses e independente; o sistema político livre do dinheiro dos grandes grupos empresariais; o voto em papel; partidos ideológicos e não fisiológicos; a fidelidade absoluta ao programa partidário; o fim de toda e qualquer coligação eleitoral; o voto distrital misto; campanhas de baixo custo.

O fim do Banco Central independente e do Senado Federal. Acabar com a emissão privada de moeda proibindo o sistema de reserva fracionária permitido aos bancos.

Por que dizer tudo que está acima? Para me situar no atual momento brasileiro.

Vendo indivíduos dizendo que o governo Pinochet preservou a democracia no Chile, outros pedindo golpe militar, muitos considerando que o PSDB é diferente do PT, os discípulos de Gilmar acreditando que doação política empresarial é sinônimo de liberdade, os do Kim crendo nas boas intenções e na inteligência do rapaz, resta-me dizer: pobre Brasil! Coxinhas e militontos são iguais, apenas os sinais invertem. Como justificar Moro superstar?

P.S. Fiz uma faxina nos links e nos blogs. Qualquer coisa que lembrava Olavo de Carvalho foi para a lixeira. O seu ataque baixo e vil, conforme sua índole e caráter, ao Júlio Severo comprova a sua vocação para líder de seita. A turma do IPCO foi junto. Vade retro D. Bertrand.