terça-feira, 16 de dezembro de 2014

O Bolsonaro é um boçal... e daí?



As palavras grosseiras ditas pelo deputado federal Jair Bolsonaro não foram criminosas. Basta ouvir a gravação, ali não foi feita nenhuma ameaça de estupro como alega a Maria do Rosário. Toda a repercussão sobre o caso é manobra da esquerda para calar o parlamentar mais atuante contra o seu avanço.

O deputado deve escolher melhor as palavras em seus pronunciamentos. A postura agressiva prescinde da virulência e ataques de natureza pessoal. Para suplantar politicamente as posições da deputada gaúcha ou de outros como Marta Suplicy, Randolfe Rodrigues, Jean Wyllys, etc. basta demonstrar a distância existente entre os seus discursos e os seus atos. Esse pessoal diz defender as mulheres contra aos estupradores, mas ao mesmo tempo impede o endurecimento das penas para os criminosos que cometem crimes sexuais.

A postura de vítima assumida pela Maria do Rosário e toda a gritaria dos seus pares é mero jogo de cena. O objetivo é impedir a atuação mais incisiva dos opositores aos seus propósitos de destruição da nossa cultura e dos nossos princípios morais. Para isso contam com o apoio do nazifeminismo e do gayzismo dominante na imprensa. Além é claro dos ideologicamente interessados que controlam as organizações e movimentos ditos sociais.

A boçalidade nas falas do deputado é recorrente, mas nunca delituosa. Esta foi irônica, infelizmente com a sutileza de uma manada de búfalos numa loja de cristais. O resto é a postura típica da esquerda. Horroriza-se com um ridículo discurso contrário, mas protagoniza sessões solenes do congresso em homenagem a um assassino como o Prestes.