domingo, 26 de outubro de 2014

Eles querem o Aécio, o aborto, o fim da família, etc.

Barack Obama e David Axelrod, eles querem Aécio, o aborto, a destruição da família, etc.

Do blog do Júlio Severo

Estrategista de Obama na campanha presidencial do Brasil

A campanha presidencial do Brasil em 2014 teve o envolvimento de um importante estrategista de campanha do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama: David Axelrod. De acordo com o jornal Folha de São Paulo, Axelrod havia sido contratado para ajudar a construir a candidatura de Aécio Neves.
A ideia de estrategistas americanos trabalhando em campanhas eleitorais do Brasil não é novidade. Durante a eleição de 2010, Ben Self, que trabalhou na campanha de Obama, foi contratado como consultor da atual presidente Dilma Rousseff.
O que é anormal acerca do envolvimento de David Axelrod na campanha de Aécio Neves é que ele é um homem muito influente no Partido Democrático, de Obama.
De acordo com o WND, Axelrod foi mentorado por um comunista americano. O WND também diz: “Mais do que qualquer outra figura importante, David Axelrod foi quem tornou Barack Obama presidente… A imagem de Obama foi em grande parte obra das mãos de Axelrod.”
De acordo com Ann Coulter, Axelrod era conhecido por destruir homens que denunciavam Obama.
Axelrod fez Obama presidente — o presidente mais pró-aborto e pró-sodomia da história dos EUA.
Considerando que a presidente Dilma Rousseff é tão abortista e homossexualista quanto Obama é, qual é então o principal interesse do principal estrategista de Obama em ajudar o oponente de Dilma?
No passado, Obama louvava abertamente Dilma e seu antecessor, Lula, muito embora Dilma e Lula fossem socialistas anti-EUA. Ambos os presidentes brasileiros são alinhados à agenda abortista e homossexualista do governo americano, principalmente no sistema da ONU. Sua relação tem sido tensa apenas por causa de questões econômicas que poderiam colocar em risco a hegemonia econômica dos EUA.
Axelrod foi trazido ao Brasil com a ajuda do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, também conhecido por suas iniciais FHC — que é amigo íntimo do ex-presidente americano Bill Clinton. FHC fundou o PSDB, o Partido da Social Democracia, cujo candidato presidencial é Aécio Neves.
A plataforma presidencial de Aécio é tão homossexualista quanto a plataforma de Dilma. E o vice de Aécio, Aloísio Nunes, é tão pró-aborto quanto Dilma. Para mim, não existe nenhuma falsa esperança de que Aécio poderia descontinuar as políticas homossexualistas de Dilma.
Mesmo assim, tanto FHC quanto Neves são identificados de forma errada como “conservadores” pelos meios de comunicação dos EUA.
Desesperados com as políticas abortistas e homossexualistas de Dilma, muitos cristãos no Brasil querem votar em Aécio. Mas se o estrategista socialista americano que fez Obama presidente tiver também sucesso em fazer Aécio Neves presidente, ele também será o presidente mais pró-aborto e pró-sodomia da história do Brasil?
Eu não sei. Mas sei que Aécio é o candidato do estrategista socialista do presidente mais pró-aborto e pró-sodomia da história dos EUA!
Por isso, não tenho nenhuma falsa esperança de que Aécio se oporá às agendas anti-vida e anti-família. Não tenho nenhuma esperança de que ele se oporá à agenda homossexualista que o governo de Obama vem impondo nas nações.
Como escritor pró-família, tenho de ser honesto sobre os dois candidatos socialistas (anti-EUA e pró-EUA) que estão concorrendo à presidência do Brasil. Aliás, dois dias atrás, no auge desta campanha política, meu blog foi fechado pelo Google depois que publiquei meu artigo atacando a plataforma homossexualista de ambos os candidatos. Sob pressão, o Google restaurou meu blog em 24 horas.
Para compreender Aécio Neves e suas conexões com o governo de Obama, convidei para uma entrevista Wayne Madsen, um jornalista investigativo americano cujo trabalho tem aparecido em meu site favorito, o WorldNetDaily. Não concordo com Madsen em muitas coisas, mas acho que ele está correto em alguns pontos. Madsen ficou conhecido por revelar as conexões de Obama à CIA. Leia a entrevista:
Julio Severo: Por 12 anos, o Brasil tem tido um partido socialista (Partido dos Trabalhadores) governando. Em muitos aspectos, esse partido está também alinhado à agenda abortista e homossexualisa dos EUA. Por que os neocons aceitam um alinhamento brasileiro a essa agenda, mas não a Cuba e Venezuela?
Wayne Madsen: George Soros é o financiador do FEMEN e Pussy Riot, que têm realizado ataques em igrejas na Rússia e em toda a Europa. Soros e sua gangue, que têm uma aliança com neocons para forçar o mundo a implorar todos os bens e serviços de um grupo poderoso de conspiradores de Wall Street e gângsteres de Londres — inclusive os Rothschilds —, são os reais inimigos do povo. Eles desejam colocar o homem deles, Aécio, e seu assessor financeiro, Armínio Fraga Neto, um executivo da Fundação Quantum (de Soros), para governar o Brasil.
Julio Severo: A maioria dos conservadores brasileiros está disposta a votar em qualquer candidato só para se livrar da socialista Dilma. O que você pensa sobre isso?
Wayne Madsen: Se votarem em Aécio, os brasileiros terão um governo influenciado por Soros que venderá a preço de banana o patrimônio do Brasil.
Julio Severo: A plataforma de governo de Aécio segue os itens homossexualistas do governo atual de Dilma. Não existe diferença. A diferença em outros aspectos é: Dilma está envolvida com bandidos em Cuba e Venezuela. Em contraste, Aécio quer indicar para seu possível futuro governo indivíduos ligados a George Soros. Ele tem também conexões com neocons dos EUA. Será que você poderia nos contar o conhecimento que você tem sobre isso?
Wayne Madsen: Rubens Antônio Barbosa, assessor de política externa de Aécio, é um neocon inflexível que removerá o Brasil dos BRICS. Diplomatas neocons da Embaixada dos EUA em Brasília e do Consulado-Geral dos EUA no Rio estão ajudando a campanha de Aécio a fim de colocar “seu menino bonzinho” no poder.
Julio Severo: O livro “The Next Decade: What the World Will Look Like” (A Próxima Década: Como o Mundo se Parecerá), de George Friedman (do Stratfor, que presta serviços de consultoria para o governo dos EUA), tem um capítulo interessante dizendo que o Brasil poderá representar a próxima ameaça para a supremacia econômica dos EUA, e sugere que a estratégia dos EUA para prejudicar a expansão brasileira seria fortalecer os vizinhos do Brasil, principalmente a Argentina. Essencialmente, os EUA tratariam o Brasil nas próximas décadas como tratam hoje a Rússia, mas não porque os EUA querem impedir algum comunismo brasileiro. A razão é impedir o Brasil de se tornar um rival econômico para os EUA. O que você pensa sobre isso?
Wayne Madsen: Se o Brasil se tornar uma grande potência econômica, tudo o que os EUA deveriam fazer é aceitar isso e parar de pensarem que são o novo Império Romano. Se o governo americano insistir nessa rota de novo Império Romano ao estilo fascista, os EUA se desintegrarão tão rápido quanto o Império Romano.