domingo, 21 de setembro de 2014

A semana do terror

“Se eu reencarnasse gostaria de voltar á Terra como um vírus assassino para diminuir os níveis da população humana”



Na próxima terça-feira, 23/09/2014, ocorrerá em Nova Iorque a cúpula do clima, convocada pelo secretário-geral da ONU, o coreano Ban Ki-Moon. Preparem-se. Toda a imprensa divulgará que sem cortes drásticos nas emissões dos gases do efeito estufa e o fim da chamada superpopulação o mundo acabará em breve. Economia de baixo carbono e justiça climática serão os pratos principais a serem servidos nas notícias. Mais uma vez o festival de besteiras assolará o planeta. Elevação abrupta do nível do mar, secas devastadoras, enchentes avassaladoras, furacões apocalípticos, centenas de milhões de desabrigados e refugiados, fome em massa e a morte espalhando-se sobre a Terra, tudo causado pelas emissões de CO2.

Novamente o mito do clima amigável, que praticamente não variava ao longo dos séculos e dos milênios, será apresentado como uma verdade inconteste. Como se antes da revolução industrial e da ganância humana a natureza e a humanidade vivessem em harmonia. Os arautos do aquecimento global causado pelo homem elevarão suas vozes pedindo total controle sobre a sociedade. Novas e maiores restrições, aumento do custo da energia e subsídios bilionários direcionados aos novos projetos que salvarão o mundo, criando a economia descarbonizada e inclusiva. Todos os seres coexistindo em paz com Gaia ou Pachamama, dependendo se você é globalista ou bolivariano. O Homo sapiens sapiens e a Rhinella icterica com importância igual na definição das políticas públicas. Afinal todos os seres devem viver em comunhão planetária não é?

A espécie humana sobreviveu durante milênios e somente nos últimos cem anos o número de famintos tornou-se minoritário, a expectativa de vida quase triplicou e a qualidade de vida para a maioria dos habitantes da Terra hoje é melhor que a dos nobres e reis do século XIX. Isto com cinco vezes mais seres humanos vivendo simultaneamente. Isto é o que querem destruir. O modelo econômico que pregam fará com que retrocedamos ao modo de vida do passado ou então o que irá reduzir será o número de habitantes. Não haverá energia suficiente ou o seu custo será proibitivo para a maioria das pessoas, sem ela não existirá trabalho e condições para a maioria das famílias adquirir alimentos.

O pensamento humanicida permeia toda a ideologia climática. Entre os defensores desta agenda encontra-se o autor da frase que abre o texto e toda a sua família: Philip, o príncipe com passado nazista, sua mulher, a rainha da Inglaterra, seus filhos e netos. Junto a eles a casta dominante, os líderes políticos globalistas, os grandes empresários internacionais e a elite da burocracia mundial. Esta questão, fundamental para a maioria das pessoas, não é científica, mas ideológica. Porém eles possuem o controle dos meios de comunicação e financiam uma gigantesca rede de organizações ambientalistas, com tentáculos em todos os países, que divulgam como verdade o que desejam.

O objetivo é moldar as mentes e os doutrinados apoiarem as restrições que irão impactar negativamente as suas próprias existências, em muitos casos exterminando-as. Para isto criaram a possibilidade da ocorrência de uma catástrofe planetária, que somente será evitada entregando o poder mundial nas mãos dos sábios que a evitarão, para isto o controle deverá ser total e o poder absoluto: a tirania!