domingo, 7 de abril de 2013

A cabeça da Leitão

Os deputados da Míriam tomando o controle das comissões


A jornalista de economia de O Globo, da famiglia Marinho, tem um conceito muito pessoal para a representatividade parlamentar. Considera que as comissões temáticas do congresso devam ser reservadas para os militantes das causas que lhes dão nomes. Para a comissão dos direitos humanos nada de Felicianos e no meio ambiente Maggi nem pensar. Kátia Abreu também não. Para a Míriam deveriam se transformar em palanques para um setor  e as suas decisões meras chancelas. Nenhum debate ou discussão. Ordem unida. Comissões ou barricadas pergunta. A sua resposta: barricadas para as causas que defende!

Partindo deste princípio somente militares e diplomatas deveriam compor a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, para a da segurança pública, policiais. Logicamente para a de fiscalização financeira: banqueiros!

Apenas isto não bastou. Emprestou a sua expertise às religiões. Decretando que todas devem se modernizar. Mandou os evangélicos separarem o joio do trigo. Isto é, o tosco Feliciano dos modernos e progressistas.

Ainda não contente foi além, com total desconhecimento da proporcionalidade entre os partidos na distribuição das comissões:

"O debate laico, que é o que interessa à coluna, deve se centrar na tomada de assalto das comissões por parlamentares que são contrários aos interesses representados."

Um retorno aos seus tempos de militante comunista vendo à sua frente um Palácio de Inverno imaginário. Deve sonhar com os Gulags para os que não se curvam ao seu politicamento correto ou a farsa do aquecimento global antropogênico que ferreamente defende.

Um típico produto do padrão Globo de qualidade. Oco e mal acabado. O triunfo da nulidade.