terça-feira, 13 de novembro de 2012

Flatulência não é a maior causa do aquecimento global



Estudos científicos publicados são totalmente confiáveis quando existem interesses envolvidos?

Atenção: não é piada!

Em 2006 a ONU acusou a pecuária de ser a grande responsável pelo aquecimento global devido a emissão do gás metano pelos animais. Vacas, carneiros e cabras se transformaram nos maiores vilões naquele ano. Eram mais poluidores que os automóveis, respoderiam por 18% das emissões totais. Muitos pelo mundo iniciaram campanhas para salvar o planeta comendo menos carne.

No seu relatório de 2010 a organização não reafirmou a acusação. Tudo graças ao Dr. Frank Mitloehner, que não é céptico ou negacionista. O que ele fez foi somar a emissão de gases liberados em toda a cadeia produtiva da pecuária e da indústria automobilística. Não apenas os gases dos escapes dos animais e carros. Pois os estudos da onu consideravam apenas o final da linha: a digestão dos animais e a combustão dos motores. Com certeza foi uma pesquisa realizada com os maiores rigores científicos, aliás como muitas que publica regularmente.

Abastecimento de água no mundo em aquecimento

Um grupo de cientistas publicou um estudo que  demonstra que o abastecimento de água no calorento futuro pode não estar comprometido como divulgam os aquecimentistas. O motivo? Num mundo mais quente a tendência é que as chuvas fiquem mais fortes. Estes temporais são justamente os responsáveis pela recomposição dos níveis de água dos lençois freáticos. A grande fonte de abastecimento das regiões mais áridas.

O pico do petróleo

Um dos exemplos mais fortes utilizados pelos que consideram que a produção mundial de petróleo já atingiu o seu limite é o caso americano. Após produzir quase 10 milhões de barris diários no início da década de 1970 declinou a quase a metade no início dos anos 2000. Porém com as novas técnicas de exploração a previsão é que supere 11 milhões de barris/dia em 2020 e se transforme em exportador em 2030.