sábado, 10 de novembro de 2012

A burocracia globalista se aproveita do clima



Em qual ano não ocorreram ondas de frio ou calor muito mais fortes que a média, enchentes devastadoras, secas que destruíram as colheitas e reduziram milhões à fome ou tufões e furacões que reduziram cidades a destroços?

Os próprios registros paleoclimáticos demonstram que poderosos impérios foram vítimas de eventos ligados ao clima. Romanos, Maias e dinastias chinesas devem a sua decadência mais ao tempo que aos costumes.

Os textos do passado contêm inúmeros exemplos de catástrofes ligadas ao clima. Tão surpreendentes que mereceram ser anotadas. Seja seca, seja chuva, seja o frio ou o calor. No entanto presenciamos uma casta burocrática, os beneficiários da indústria do aquecimento global antropogênico e suas ramificações não-governamentais falando a todo momento sobre mudanças climáticas e eventos extremos, como se isto ocorresse apenas agora.

Ban Ki-Moon, o secretário geral da ONU, na preparação para o prosseguimento das discussões sobre as mudanças climáticas em Doha, no final deste mês, declarou:

"Condições meteorológicas extremas provocadas pelas mudanças climáticas são o novo normal".

Sabendo que o clima sempre foi tão instável quanto hoje, qual é o preço que cobram para que retornemos ao "velho" e mítico normal?

Além de aceitarmos a mentira exigem que todos os países cedam soberania à ONU; que as políticas nacionais sejam dirigidas conforme suas determinações; que as decisões econômicas não sejam baseadas na eficiência e no custo, mas em modelos computadorizados que produzem resultados de acordo os dados inseridos pelo responsável e que tudo isto não seja discutido, pois a mudança climática estaria comprovada pela autoridade de um consenso científico. Querem que esta aliança entre grupos políticos e econômicos seja vista como um rei-filósofo, o único capaz de nos salvar de nós mesmos.

"Um Anel para a todos governar, Um Anel para encontrá-los,
Um Anel para a todos trazer e na escuridão aprisioná-los"