quarta-feira, 17 de outubro de 2012

O recrutamento para a Al Qaeda é feito pelo FBI

Todos os atentados evitados em território americano possuem uma característica comum: os formuladores dos planos são agentes do governo. Hoje mais uma farsa.

"Um agente do FBI que se fez passar por terrorista chegou a entregar-lhe 20 bolsas de 22 kg de material explosivo desativado."


Em geral monitoram os candidatos naturais ao recrutamento pelo terrorismo islâmico. Os que parecem mais promissores são contactados por agentes federais, que se passam por membros ativos dos grupos jihadistas. Quando o ataque é iminente o líder aciona os seus colegas e o prendem.

Na realidade criaram um sistema para incriminar pessoas que possuem predisposição para cometer atos terroristas. Induzem, orientam, finaciam e armam estes indivíduos. Porém existe uma imensa distância entre as acusações formuladas nestes casos e a realidade. A possibilidade destes elementos vigiados praticarem um verdadeiro ataque é nula. Sem a assistência criminosa dos agentes públicos eles poderiam viver sem representar perigo real para os demais. Pode o Estado acusar e condenar a quem aliciou para cometer crimes?

Eles são a matéria prima usada atualmente para fabricar os heróis americanos, menos reais que os de ficção. Mais uma ação vitoriosa para as estatísticas dos órgãos de segurança. Mais um para cumprir prisão perpétua. A América se sente mais segura.

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Com o controle rígido sobre os extremistas a possibilidade da repetição do 11 de setembro é residual. Vigilância aliás que se estende sobre todos. Não existe mais intimidade e privacidade para o grande irmão. Todos são acompanhados em todos os momentos. O que o governo americano faz é manter a população temerosa. Com isto torna mais dóceis os cidadãos, que aceitam com maior facilidade a redução dos seus Direitos em nome da segurança.