domingo, 16 de maio de 2010

Liberdade, igualdade, fraternidade

O lema da revolução francesa é contraditório. A liberdade é a igualdade na visão revolucionária são excludentes. A fraternidade não passa de utopia. As pessoas não são iguais, existindo liberdade a diferença se estabelece. Para se conseguir o que chamam de igualdade é preciso destruir os melhores. Resumir a humanidade a mediocridade.
Um grande exemplo foi a antiga urss. A opressão e o regime de total violência política mantido pelo partido comunista sob a liderança do vice-assassino-mor da história da humanidade conseguiu progressos somente onde foi possível obter informações por meio da espionagem e no que era de domínio público.
Após a sua morte houve nas regiões tiranizadas pelos vermelhos a expectativa que ocorresse uma abertura política. Foi o único momento no qual a urss conseguiu obter progresso científico próprio. O grande marco foi o programa espacial. Quando a esperança de uma primavera de liberdade não se concretizou estabeleceu-se a estagnação econõmica e técnica. Os progressos ocorridos posteriormente foram apenas na máquina militar, obtidos pela compra de segredos ocidentais ou através dos idiotas que acreditavam na ideologia assassina de marx, e portanto traiam os seus países em prol da tirania homicida.
Hoje em dia o grande símbolo do crescimento econômico é a china. Qual o processo ou produto que eles vendem ou usam que não seja criado por empresas do mundo livre? Nenhum! cuba então é um monumento ao que existe de pior, em qualquer setor. Os partidos que apoiam os irmãos tiranos, torturadores e homicidas alardeiam o que sería os progressos da ilha-prisão, baseados em quê? Nas estatísticas produzidas pelo regime! Em uma ditadura total é possível acreditar nas pesquisas feitas pelo governo?
Voltando aos primeiros assassinos criados pelo racionalismo e pelo iluminismo. A grande herança deixada por robespierre, danton, marat e outras sanguinários menos cotados foi o ogro homicida corso. Felizmente havia um Wellington no meio do caminho e o anão moral foi banido para o seu devido lugar. Somente os franceses e os idiotas são capazes de homenagear o monstro.
A igualdade entre as pessoas só é possível se o parâmentro determinante for o pior. A fraternidade com a religião ou algum substituto "espiritual", mesmo assim para poucos. A liberdade é que conseguiria subsitir por si mesma, aliada à ordem.
Desde o terceiro milênio antes de Cristo o ser humano é basicamente o mesmo. Nas suas crenças, aspirações e comportamento. O progresso da civilização desde a antiga Suméria não passa de um verniz. Um camada fina e incapaz de reter o que existe de melhor ou pior em cada um.